sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Um poema clássico.


Monte castelo

O amor e o fogo que arde sem se ver
é ferida que dói e não se sente
é o contentamento descontente
é dor que desatina sem doer
È o não querer mais que bem querer
é solitário andar por entre a gente
é o não contentar-se de contente
é cuidar que se ganha em se perder
é o estar-se preso por vontade
é servir a quem vence o vencedor
é o ter com que nos mata a lealdade
tão contrario a si
é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Agora vejo em parte
mais então veremos face a face
É só o amor que conhece o que é verdade
o amor é bom não quer o mal
não sente inveja ou se invaidese
Ainda que eu falasse a língua dos homens
Que falasse a língua dos anjos
Sem amor, eu nada seria...

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Luzes que dançam no céu.

Quem nunca viu um filme com luzes que dançam no céu noturno de regiões polares? Bom, eu já varias deles. Essas cores vibrantes e magnificas são o efeito magico de partículas solares com poeira cósmica da via láctea. 
No hemisfério o efeito é conhecido pelo nome que Galileu Galilei lhe deu: aurora boreal. Essa foi uma referencia a deusa do amanhecer  Aurora e seu filho Boreal, o deus dos ventos do norte. As luzes aparecem mais no mês de setembro a outubro e de março a abril. 
Bom, a questão é meu caro leitor : eu adoro essas luzes. E principalmente a ponta de enigma e magia que faz  nossos corações( os de fantasiosos) palpitarem fascinados na presença desse efeito da natureza. E por isso que estou abrindo um espacinho para a aurora boreal no meu blog.

Beijos, e que tenham milhares de encontros com a deusa do amanhecer em suas vidas.