sábado, 10 de dezembro de 2011

Minha morte.

A vida é bela e com um sorriso estampado na face.
Mentira!
A vida que vivo é de magoas, caras com lagrimas.

Eu não tenho uma vida.
Tenho, uma ilusão envolta da dor
A dor que a morte tenta me dominar.

Morte
É o fim das dores que proporciona a minha família
Pois sou o estorvo de uma sombra de planta
A ganância, a mesquinhes vivem dentro de mim
Tento despi-las
Consigo, puxa que bom! Tenho uma vida de novo.
Mas as vozes não me deixam
Então caiu nas profundezas do Tártaro.

Morte essa é a minha vida.
Sou ruim, gosto de maldades, soberbas, ridículas
Eu não sinto estás coisas, mas se as vozes as dizem
É por que deve ser verdade

A morte seja mais negra para mim!

  

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