segunda-feira, 11 de junho de 2012

Passos vazios da noite.



Andar, andar e andar. Sinto minha mente se retrair para dentro de um poço escuro e mórbido. Um lugar interno onde meus sentimentos mais felizes são trancados com as gostas de chuva de uma manhã ensolarada. E para meu próprio castigo a dor, solidão e, o desenho de sumir do mapa me domina tão eternamente que quase penso na morte como um doce abraço. 
Eu sou queria entender, como uma alma tão pura que quer apenas a paz e  o amor, pode ser presenteada de solidão e tristeza das pessoas que mais ama. Isso faz a alma tentar fugir do mundo. Caminhar noite adentro sob o sereno em busca de abrigo amplo que nunca chega. Oh, meu Deus! Eu não aguento. A única coisa que posso fazer é andar, andar e andar em busca de um raio de sol ao longe.  E implorar para que meu corpo e coração aguentem a solidão que um dia ira acabar. 

Um comentário:

Carlinda Sobreiro disse...

Olá Amanda!!!

Bonito texto,no entanto muita insatisfação e dúvida no ar...
Força para continuar em frente,rumo a um futuro risonho é o que te desejo:))