domingo, 7 de abril de 2013

Estranhos.




Passos silenciosos que envolvem a mente
Uma lembrança ardente de um fato doente, 
o motivo é a saudade da substancia amigável
aquela de abraços entre amigos.

Escuto o som de sua vida
guiada pelo sol da galaxia 
variando pelas variedades das paixões loucas
alimentando os estranhos conhecidos

Ah! Que saudade!
dos seus braços, olhos, mãos, de sua presença 
nas risadas de esquina 
queria tanto deixar de ser estranho para você. 

Amanda Andrade

4 comentários:

silvioafonso disse...

.



No horizonte, aonde a mão
não alcança nasce, todos os
dias lambido pelos meus olhos
o sol de cada sorte.

silvioafonso






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Mgtcs disse...

Excelente construção e texto, belo poema, parabéns!

LUZ disse...

Oi, querida!

Poema de pura saudade de um amor, que se foi.

Beijos da Luz, com carinho.

Anônimo disse...

A saudade machuca mais tudo passa!!!

ainda bem que a chuva nao caaiu so em mim.....